set 03
iPod Touch 2g

iPod Touch 2g

Se você é curioso, interessado e gosta de estudar, não pode deixar esse post passar em branco. Ao ler a revista Mac+, especializada em produtos Apple, pude ler uma matéria muito interessante sobre uma nova forma de aprendizado através de meios tecnológicos, mais especificamente via iTunes.

Basta entrar no iTunes em seu computador, acessar a iTunes Store americana ou australiana (há outras nacionalidades, porém essas eu testei pessoalmente) e no menu lateral esquerdo clicar em iTunes U (iTunes University). Você será redirecionado para uma loja de “produtos” educacionais para quase todas as áreas e modalidades de faculdade, como: administração, engenharia, medicina, artes… As universidades? Cambridge, MIT, Yale e muitas outras.

As matérias estão em arquivos de áudio, vídeo e texto, além de programas específicos. Para ficar completo é só sincronizar seu iPod Touch ou iPhone e estudar em qualquer lugar, a qualquer hora!

Bons estudos!

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jul 28

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Se você não gosta de ficar parado e gosta de estudar, principalmente a qualquer hora e em qualquer lugar, você não pode deixar de acessar o site Open Course Ware Consortium.

Como o próprio site descreve, o OpenCourseWare é um material educacional de alta qualidade de publicação digital e grátis, organizado em forma de curso. O OpenCourseWare Consortium é a colaboração de mais de 200 das melhores instituições educacionais e organizações associadas de todo o mundo, criando um grande corpo de conteúdo educacional livre através do modelo de compartilhamento.

A missão do OpenCourseWare Consortium é prover a educação e capacitar pessoas no mundo todo.

Portanto, não deixe de visitar o site. Há formas de estudar em diversos idiomas em diversos países, como FGV – Fundação Getúlio Vargas no Brasil e MIT – Massachusetts Institute of Technology nos EUA.

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abr 30

Mais sobre ensino à distância… http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,LS0-15457-70493,00.html

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abr 30

Em um post recente coloquei uma matéria no blog sobre a EAD (educação a distância) e durante essa semana o Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão está fazendo uma matéria especial sobre essa modalidade de ensino. 

Defendo essa modalidade, pois pude conhecer um curso de graduação nas duas modalidades: presencial e a distância. O ensino a distância ganha de longe em: seriedade, qualidade de ensino e aprendizado, sem falar que não existem pentelhos bagunceiros que estão na aula por que o “papai” está pagando e você não consegue prestar atenção à aula.

Enfim. Aqui está o link para acompanhar a matéria pelo site e não deixem de acompanhar na TV.

Felicidade!

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abr 24

Muito se ouve falar da educação a distância (EAD) e na maioria das vezes o que impera é o preconceito. Para se ter uma melhor noção da graduação a distância, ou outras modalidades de EAD como tecnólogo, pós-graduação e especialização, vou postar um texto que li na Veja. É uma boa matéria para se conhecer a seriedade desta modalidade de aprendizado.

Embromação a distância?

“No seu conjunto, as avaliações não deixam dúvidas: é possível aprender a distância”

Novidade incerta? Mais um conto do vigário? Ilustres filósofos e distinguidos educadores torcem o nariz para o ensino a distância (EAD).

Logo após a criação dos selos de correio, os novidadeiros correram a inventar um ensino por correspondência. Isso foi na Inglaterra, em meados do século XIX. No limiar do século XX, os Estados Unidos já ofereciam cursos superiores pelo correio. Na década de 30, três quartos dos engenheiros russos foram formados assim. Ou seja, novo não é.

EAD significa que alunos e professores estão espacialmente separados – pelo menos boa parte do tempo. O modo como vão se comunicar as duas partes depende da tecnologia existente. No começo, era só por correio. Depois apareceu o rádio – com enorme eficácia e baixíssimo custo. Mais tarde veio a TV, área em que Brasil e México são líderes mundiais (com o Telecurso e a Telesecundaria). Com a internet, EAD vira e-learning, oferecendo, em tempo real, a possibilidade de ida e volta da comunicação. Na prática, a tecnologia nova se soma à velha, não a substitui: bons programas usam livros, o venerando correio, TV e internet. Quando possíveis, os encontros presenciais são altamente produtivos, como é o caso do nosso ensino superior que adota centros de recepção, com apoio de professores “ao vivo” para os alunos.

Há embromação, como seria esperado. Há apostilas digitalizadas vendidas como cursos de nomes pomposos. Mas e daí? Que área escapa dos vigaristas? Vemos no EAD até cuidados inexistentes no ensino presencial, como a exigência de provas presenciais e fiscalização dos postos de recepção organizada (nos cursos superiores).

Nos cursos curtos, não há esse problema. Mas, no caso dos longos, o calcanhar de aquiles do EAD é a dificuldade de manter a motivação dos alunos. Evitar o abandono é uma luta ingente. Na prática, exige pessoas mais maduras e mais disciplinadas, pois são quatro anos estudando sozinhas. As telessalas, que reúnem os alunos com um monitor, têm o papel fundamental de criar um grupo solidário e dar ritmo aos estudos. E, se o patrão paga a conta, cai a deserção, pois abandonar o curso atrapalha a carreira. Também estimula a persistência se o diploma abre portas para empregos e traz benefícios tangíveis – o que explica o sucesso do Telecurso.

Mas falta perguntar: funciona? Prestam os resultados? Felizmente, houve muita avaliação. Vejamos dois exemplos bem diferentes. Na década de 70, com Lúcia Guaranys, avaliei os típicos cursos de radiotécnico e outros, anunciados nas mídias populares. Para os que conseguiam se graduar, os resultados eram espetaculares. Em média, os alunos levavam menos de um ano para recuperar os gastos com o curso. Em um mestrado de engenharia elétrica de Stanford, foi feito um vídeo que era, em seguida, apresentado para engenheiros da HP. Uma pesquisa mostrou que, no final do curso, os engenheiros da HP tiravam notas melhores do que os alunos presenciais. Os efeitos do Telecurso são também muito sólidos.

Para os que se escandalizam com a qualidade do nosso ensino superior, sua versão EAD é ainda mais nefanda. Contudo, o Enade (o novo Provão) trouxe novidades interessantes. Em metade dos cursos avaliados, os programas a distância mostram resultados melhores do que os presenciais! Por quê? Sabe-se que a aprendizagem “ativa” (em que o aluno lê, escreve, busca, responde) é superior à “passiva” (em que o aluno apenas ouve o professor). Na prática, em boa parte das nossas faculdades, estudar é apenas passar vinte horas por semana ouvindo o professor ou cochilando. Mas isso não é possível no EAD. Para preencher o tempo legalmente estipulado, o aluno tem de ler, fazer exercícios, buscar informações etc. Portanto, mesmo nos cursos sem maiores distinções, o EAD acaba sendo uma aprendizagem interativa, com todas as vantagens que decorrem daí.

No seu conjunto, as avaliações não deixam dúvidas: é possível aprender a distância. Cada vez mais, o presencial se combina com segmentos a distância, com o uso da internet, e-learning, vídeos do tipo YouTube e até com o prosaico celular. A educação presencial bolorenta está sendo ameaçada pelas múltiplas combinações do presencial com tecnologia e distância.

 

Fonte: Revista Veja Edição 2108  de 15 de Abril de 2009 / página 24, pelo economista Claudio de Moura Castro.

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